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Pesquisa visa melhorias no manejo do solo e produtividade da cultura

Pesquisa visa melhorias no manejo do solo e produtividade da cultura

Uma pesquisa nacional tem apontado melhorias significativas no processo de manejo do solo, o que impacta diretamente a produtividade da cultura. Para quem trabalha com o sensoriamento remoto (por meio dos VANTs, por exemplo) e também com o manejo do solo e sua preparação com o GeoPro, entre outras tecnologias, isso se traduz em boas novas.

Como consideramos os avanços desse estudo acadêmico de grande relevância para o setor, preparamos este post. Ao longo deles, vamos ver quais foram as descobertas até aqui, e também quais são as perspectivas a partir dessa pesquisa. Confira!

Quem está à frente do projeto?

Ainda em desenvolvimento, o projeto é conduzido a partir da coordenação de José Eduardo Corá, professor do Departamento de Solos e Adubos da FCAV/Unesp — campus de Jaboticabal —, com a colaboração da professora Carolina Fernandes, do professor Edson Luiz Mendes Coutinho (ambos docentes do departamento).

Vale destacar, ainda, o auxílio de alunos da pós-graduação e também da graduação, e do professor e pesquisador Bruno Basso, que vem acompanhado de sua equipe do Departament of Earth and Enviromental Science da Michigan State University, EUA.

O projeto recebeu o financiamento da FAPESP, na modalidade Projeto Temático, e só o volume de interessados em conduzi-lo já destaca a importância no desenvolvimento da pesquisa.

No que se propõe o estudo?

Basicamente, a ideia do estudo capitaneado pelo professor Corá reflete sobre a cultura da cana-de-açúcar. Para tanto, ele e sua equipe estão em busca de melhorias na determinação da variabilidade espacial de toda a produtividade, influenciando também o manejo do solo.

No total, o professor crê que o estudo vai durar, aproximadamente, cinco anos — em um ciclo de vida composto por 3 estágios, que são:

  • Identificar e apontar as zonas homogêneas de manejo da cana-de-açúcar. Isso vai fazer com que sejam definidas as estáveis e não-estáveis de produção;
  • Destacar a melhor proporção dose/época para o uso do nitrogênio — para tanto, o estudo se baseia em imagens aéreas obtidas a partir do uso de sensores em drones (caso dos já mencionados VANTs);
  • Etapa prática para o desenvolvimento de modelos que ajudem em estimativas sobre a produtividade da cana-de-açúcar.

Nesse último item serão levados em conta fatores variados, como as características do solo, da planta e as condições do clima. Tudo para antecipar o comportamento da cultura e, assim, aprimorar o processo de manejo do solo e obter bons resultados em menos tempo.

Perspectivas em curto e médio prazo?

Segundo o professor Corá, "Para atingir as metas propostas, experimentos de campo, envolvendo doses e épocas de aplicação de fertilizante nitrogenado na cultura de cana-de-açúcar, serão monitorados com sensores óticos, embarcados em drones ou aeronaves, e por meio de imagem de satélite, visando validar índices de vegetação utilizados para avaliar a absorção de N (nitrogênio) pela cultura".

Repare, então, o quanto as tecnologias acima mencionadas desempenham um papel elementar na condução do projeto. Devido à precisão dessas ferramentas, o projeto tem caminhado a passos largos ao cumprimento de suas metas iniciais. O que não significa que não existam desafios:

"A complexidade do sistema agrícola dificulta avaliação dos benefícios financeiros da utilização de novas tecnologias, retardando a sua adoção e difusão. No entanto, esse fato pode ser superado por meio de melhorias do processo de tomada de decisão, integrando tecnologias disponíveis, modelos de decisão econômica e plataformas inovadoras", destaca o professor Corá em recente entrevista.

É importante destacar, ainda, que o estudo financiado pela FAPESP também vai trabalhar, paralela e indiretamente, com o desenvolvimento de ferramentas de transferência de tecnologia. Isso vai facilitar a disseminação do conhecimento para estudantes e profissionais interessados em ingressar no ramo de soluções tecnológicas.

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A Geo Agri Tecnologia Agrícola, localizada em Ribeirão Preto, está no mercado há 19 anos e foi pioneira em Agricultura de Precisão. Contando com um departamento de suporte técnico bem estruturado e profissionais altamente qualificados para atender com pontualidade e eficiência os seus distribuidores e clientes, a Empresa possui também um laboratório técnico para a manutenção dos equipamentos.